O Estado do Espírito Santo

Vitória
A cidade de Vitória, capital do Espírito Santo, localizada na região Sudeste, tem 317 mil habitante e um PIB de cerca de US$ 16 milhões. Foi considerada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a 3a melhor cidade brasileira para se trabalhar. Isso se deve ao fato de concentrar 13% das indústrias do Estado: 75 entre as 200 maiores empresas do Estado estão sediadas na capital.

Com localização privilegiada e infra-estrutura disponível no complexo portuário constituído pelo Porto de Vitória, a cidade oferece as melhores e mais variadas opções de serviços desse modal disponíveis na América, favorecendo o comércio exterior.

O capital logístico do Espírito Santo é formado também pela qualidade da malha rodoviária, ferroviária e aeroviária, formando a base da atuação de grandes empresas exportadoras localizadas no Estado para a conquista de mercados externos.

No período de janeiro a maio de 2008, a indústria capixaba cresceu 17,1% em relação ao mesmo período de 2007, e o PIB do Estado praticamente dobrou em 4 anos. Em comparação ao Brasil, que cresceu 6,2%, o Espírito Santo cresceu mais que o dobro,

Índices como esses fazem com que Vitória ocupe o 2° lugar no ranking brasileiro de qualidade de vida, ficando acima da média nacional com 62,47%, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV 2005).

Num momento de perspectivas tão promissoras, o Plano de Desenvolvimento do Espírito Santo tem como objetivo agregar esforços que impulsionem o desenvolvimento em todas as dimensões. Esse plano sinaliza um caminho concreto para a efetivação de um horizonte de prosperidade compartilhada, com inclusão social e respeito ao meio ambiente.


Região Sudeste
A região Sudeste é a principal região do país. Sua importância está em seu destaque industrial e econômico, apresentando índices sociais elevados: possui o 2o maior índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, com 0,824, perdendo apenas para a região Sul, e o maior PIB per capita do país, com R$ 15.468,00.

As quinhentas maiores empresas do setor exportam de 20 a 25% de sua produção. O restante é vendido no mercado interno, cujo maior consumidor é a região Sudeste.
 

Logística
O Espírito Santo demonstra cada vez mais um potencial para o desenvolvimento. O desempenho que faz do Estado uma das mais importantes portas de entrada e de saída de mercadorias do país só é possível graças à logística e à infra-estrutura interligadas aos principais centros consumidores e produtores de mercadorias.

O Complexo Portuário do Estado conta com ampla cadeia de portos e terminais, como também com as Estações Aduaneiras de Interior (EADI) e o Terminal Intermodal da Serra (TIMS). Essa estrutura de apoio à importação e exportação de todo tipo de carga foi desenvolvida e construída para tornar a região uma das maiores em movimentações de carga do Brasil.


Portos
Os portos capixabas movimentam em torno de 45% do PIB Estadual. Eles são responsáveis por 9,13% de todo o valor exportado pelo país e 4,95% de todo o valor importado, sendo o 2o maior complexo exportador em valor e o 7o maior importador do Brasil.


Rodovias
O modal rodoviário brasileiro é hoje responsável por 60% da movimentação de carga no país e, atualmente, o Espírito Santo ocupa a 8a colocação nos transportes rodoviários, Além disso, o Estado está conectado por duas ferrovias e uma delas, a Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), está entre as mais eficientes do mundo, sendo responsável por 40% de transporte de carga no Brasil.


Aeroporto
O fluxo de passageiros do Aeroporto de Vitória supera a capacidade de projeto de 560 mil pessoas ao ano, de acordo com o Plano CNT de Logística de 2008. Em 2007, o aeroporto movimentou 1,9 milhão de passageiros (2,4% do total brasileiro) e 12,6 mil toneladas de carga. Atualmente, está em processo de duplicação do terminal de carga importada e a ampliação do terminal de passageiros.


Estações Aduaneiras
O sistema logístico do Estado conta com recintos alfandegados em zona primária e cinco Portos Secos, equipados com tecnologia de ponta. Os produtos podem ficar armazenados em regime de entreposto aduaneiro, sem cobertura cambial e com suspensão de tributos até a sua nacionalização ou à espera de faturamento.